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sexta-feira, 25 de abril de 2025

                                            ALGUMAS SIGLAS DE TRANSTORNOS

TDAH - TRANSTORNO DE DEFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

É um transtorno neurológico que vai afetar a atenção, o controle dos impulsos e regular a atividade  motora. Em geral o indivíduo é desatento, hiperativo e impulsivo, sem noção de perigo, o que irá afetar suas atividades de vida diária.


TOD - TRANSTORNO OPOSITIVO DESAFIADOR

Condição comportamental caracterizada por padrão persistente de desafio, hostilidade e desobediência, principalmente em relação a autoridade; são indivíduos teimosos, provocadores, irritados e que argumentam excessivamente com frequência e persistência.  


TEA - TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO

Condição do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de se comunicar e interagir socialmente envolvendo comportamentos repetitivos e/ou restritivos; no caso do espectro do autismo existem graus: nível 1 de suporte é aquele que requer um certo apoio; nível 2 de suporte que necessita de apoio substancial e o nível 3 de suporte que requer apoio total (cada um destes níveis se dá de forma  diferente para cada indivíduo, visto que cada um é único).


TOC - TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO

Transtorno de saúde mental onde o indivíduo tem pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos, os quais podem causar ansiedade, impactando na sua qualidade de vida.


TAG - TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA

Distúrbio de ansiedade que causa uma preocupação excessiva e persistente, sendo estas desproporcionais aos fatos que a ocasionaram, vem acompanhadas de sintomas físicos como tensão muscular, inquietação, fadiga, irritabilidade e dificuldade de concentração.


TPAC - TRANSTORNO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO

Condição que afeta a capacidade de processar as informações auditivas (sons), o que pode ocasionar dificuldades na compreensão da fala e na interpretação de estímulos sonoros em determinados ambientes.


TEI - TRANSTORNO EXPLOSIVO INTERMITETNTE

Transtorno mental que é caracterizado pela explosão de raiva e violência desproporcionais, é um tipo de transtorno do controle do impulso - crises de raiva, agressão verbal e/ou física, destruição de objetos afetando sua vida social.


TPS - TRANSTORNO DO PROCESSAMENTO SENSORIAL

Condição em que o cérebro tem dificuldade na recepção e resposta aos estímulos e informações sensoriais (visão, tato, paladar, olfato e audição) recebidas, podendo apresentar sensibilidades a roupas, texturas, etiquetas, costuras causando desconfortos; intolerância a sons e ruídos, que para a população em geral seriam normais.


FONTE: Regina do Rocio Motta em suas aulas do curso de especialização em educação especial; vivencia em sala de aula; e cursos de neuropedagogia.


quarta-feira, 9 de abril de 2025

                                                RETOMADA DOS POSTS...

Bom dia queridos amigos e leitores, estou retomando as postagens em meu blog. Aqui colocarei assuntos relacionados a educação, a educação especial, a pedagogia, a psicopedagogia e assuntos relacionados a educação em geral. 

BORA PARA NOVOS ASSUNTOS.  

sexta-feira, 27 de março de 2020


Testes para Avaliação Cognitiva

Os testes para avaliação cognitiva estão preparados para serem aplicados em todas as idades. Estes testes são utilizados para avaliar os processos cognitivos, sendo também utilizados como forma de rastreio e ajuda a crianças e adultos com dificuldades de aprendizagem ou outras problemáticas.
Listamos os Testes de Avaliação Cognitiva mais comuns:

terça-feira, 9 de julho de 2019

Habilidades para compreensão de texto lido


Habilidades para compreensão de texto lido

¹Regina do Rocio Motta

Para termos sucesso em compreender um texto temos que desenvolver muitas habilidades. E, para isso temos que saber o que são habilidades e o que é compreender.
            Segundo o Dicionário Aurélio, habilidade é: “1 - Qualidade daquele que é hábil. 2 - Capacidade, inteligência. 3 - Destreza. 4 - Astúcia, manha. 5 - Aptidão, engenho. 6 - Exercícios ginásticos de agilidade e destreza. 7 - Sortes de prestidigitação, peloticas.” 
Compreensão é o ato de compreender, entender e assimilar algo. É considerado um processo cognitivo, onde é necessária a interpretação de determinada coisa para que possa ser, posteriormente, compreendida pelo indivíduo e, está em todas as etapas de nossa vida.
            Existem vários processos para a compreensão leitora, porém temos que entender os vários conceitos que fazem parte deste, e buscar estratégias metodológicas para desenvolvê-los.
            Leitura é a ação de ler algo. É o hábito de ler. A palavra deriva do Latim "lectura", originalmente com o significado de "eleição, escolha, leitura". Também se designa por leitura a obra ou o texto que se lê. A leitura é a forma como se interpreta um conjunto de informações (presentes em um livro, uma notícia de jornal, etc.) ou um determinado acontecimento. É uma interpretação pessoal; é uma habilidade que envolve decodificação E compreensão. Crianças pré-escolares, por exemplo, não decodificam, mas são capazes de compreender. Não precisamos trabalhar apenas com compreensão quando há decodificação. Alunos da Educação Infantil devem ter atividades que trabalham com compreensão, livros de histórias com figuras para que “inventem” a narração, por exemplo.
            Rota fonológica: permite a transformação das unidades do grafema em fonema, sendo utilizada, normalmente, na leitura de novas palavras ou pseudopalavras. É uma das formas de leitura. Corresponde ao nível alfabético de leitura e escrita. Para compreender o que se está lendo, há participação crucial da pronúncia: a pronúncia é construída segmento a segmento, com participação da fala interna, de modo que a imagem fonológica da palavra é mantida. A regularidade grafema-fonema é necessária para a operabilidade da rota.
            Rota lexical: permite o acesso imediato à palavra, auxiliando na leitura de palavras já conhecidas. A pronúncia só ocorre ao final do processo, sendo resgatada como um todo do léxico, não tendo qualquer papel mediador no acesso ao significado e não desempenhando papel algum na escrita/leitura. O reconhecimento visual da palavra é direto, devido à alta familiaridade que o sujeito já possui com seu vocabulário conhecido.
            Memória de trabalho: é a capacidade de armazenar e manipular informações, simultaneamente. Ao ler um texto, o indivíduo precisa usar a memória de trabalho para fazer a decodificação (se ainda faz uso da rota fonológica) e guardar as informações que recém leu, a fim de compreender a frase/parágrafo.
            Percepção visual: é a capacidade de perceber e distinguir imagens, letras, números, símbolos. É importante, explorar imagens, expressões, capas de livros, cores… E compreendendo sem, necessariamente, decodificar!
            Flexibilidade Cognitiva: é a capacidade de “pensar fora da caixa”, isto é, fazer correlações com as demais situações cotidianas.
            Controle Inibitório: é a habilidade responsável por se manter focados no que realmente interessa e inibir os estímulos externos e internos. O controle inibitório é a habilidade de mantém a atenção e ajuda a decidir, em um problema matemático, por exemplo, qual cálculo devemos utilizar para resolver.
            Nós, enquanto professores devemos buscar atividades/ estratégias/ metodologias que desenvolvam a compreensão de textos desde a Educação infantil e, isso pode ser feito: lendo textos de gêneros textuais variados, “lendo” sequências de figuras; livros com apenas gravuras; figuras publicitárias, dramatizando gravuras etc.
            A escola, sendo o local de ensino sistematizado, deve propiciar aos alunos os conhecimentos necessários para compreender, se adaptar e construir opiniões, em seus contatos com diversos ambientes e pessoas.

            Para KLEIMAN,
[...]a leitura é um ato social, entre dois sujeitos – leitor e autor – que interagem entre si, obedecendo a objetivos e necessidades socialmente determinados. Essa dimensão interacional, que para nós é a mais importante do ato de ler, é explicitada toda vez que a base textual sobre a qual o leitor se apoia precisa ser elaborada, pois essa base textual é entendida como a materialização de significados e intenções de um dos interagentes à distância via texto escrito.
[...]Para a compreensão do texto é necessário também poder relacioná-lo a um todo maior, dando-lhe coerência [...] (1997; pág. 10).
           

Referências:
BETTELHEIM, Bruno. Psicanálise da Alfabetização, por Bruno Bettelheim e Karem Zelan. Tad. de José Luiz Caon. Porto Alegre: Artes médicas, 1984.
CADEMARTORI, Ligia. O que é Literatura Infantil. São Paulo: Brasiliense, 1986.
CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura Infantil Teoria e Prática. São Paulo: Ática, 1997.
KLEIMAN, Angela. Texto e Leitor: Aspectos Cognitivos da Leitura. Campinas, SP: Pontes, 1997.
PAULINO, Graça; WALTY, Ivete; FONSECA, Maria Nazareth; CURY, Maria Zilda. Tipos de Textos, Modos de Leitura. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001.
¹ Regina do Rocio Motta – professora/geógrafa/pedagoga; especialista em Educação Básica, em Educação Especial, cursando especialização em Psicopedagogia.

           
           


quarta-feira, 5 de junho de 2019

Educação infantil e percepções

      O ser humano é dotado de sentidos, através dos quais toma conhecimento do mundo exterior. E este mundo que vem com qualidades e propriedades que os distinguem dos demais: cor, forma, tamanho, textura, sabor, odor e etc. O bebê, ao nascer, não tem capacidade de perceber o mundo, quando cresce e se torna adulto “perde” essa sensibilidade se tornando, muitas vezes, um ser insensível, que ignora as sensações que o mundo lhe oferece.
        A Educação dos sentidos é importante para o desenvolvimento de uma personalidade harmônica. É imprescindível a compreensão e interação da pessoa com o seu meio, compreendendo que viver exige uma exploração ativa do meio, assim como a contínua organização e reorganização das impressões sensoriais dele absorvida. As percepções podem ser consideradas, também, como um processo ativo, para enfrentar e ajustar-se ao ambiente. 
        Para um bom desenvolvimento do indivíduo devemos enquanto professores trabalhar alguns sistemas sensoriais:
  1.  Sistema tátil: tudo aquilo que está em contato com a pele: toque, preensão, temperatura, textura.
  2.  Sistema auditivo: o reconhecimento de sons: discriminar, transformar, reagir.
  3.  Sistema oral/gustativo: paladar, estímulos dentro da boca: doce/salgado, azedo/ácido, alimentos de diferentes consistências.
  4.  Sistema olfativo: cheiros, está ligado ao nariz: processamento e discriminação de odores.
  5.  Sistema visual: ligado aos olhos, tudo que se relaciona a visão.
  6.  Sistema vestibular: localizado no ouvido, relacionado ao equilíbrio e movimento, além de coordenar os movimentos óculo-manual e bilateral.
  7.  Sistema proprioceptivo: é a posição do corpo no espaço: noção espacial, de peso, de pressão, de alongamento, de mudança de posição. 

QUAIS ATIVIDADES PODEM NOS AJUDAR NESTE DESENVOLVIMENTO?

TÁTIL:
  1.  Apalpar sacos e pacotes com as mãos, a fim de adivinhar que objetos estão dentro.
  2.  Reconhecer colegas pelo tato.
  3.  Manipular objetos de madeira para poder experimentar variações de temperatura (quente, gelado, morno).
  4.  Manipular objetos de madeira para poder experimentar variações de tamanho (pequeno, médio, grande).
  5.  Manipule diferentes texturas. Utilize bacias para colocar materiais como areia, pedras, gel de cabelo, creme corporal, farinha, grãos, etc. Incentive a criança a brincar. Uma possibilidade é usar essas texturas para criar cenários e objetos que se relacionem com os conteúdos trabalhados em classe, como animais, meios de transporte, entre outros. Ainda pode ser sugerida uma escavação para encontrar letras dentro das bacias e, com elas, formar palavras, ou fazer uma caça às texturas no pátio.
  6.  Livros com figuras grandes são boas opções. Há livros interativos, com fantoches, texturas ou figuras adesivas para complementar a leitura.
  7.  Massinha de modelar tem diversas possibilidades. Você pode convidar as crianças a criar animais e objetos, ou usá-la para contornar letras e números.
  8.  Faça caixas sensoriais ou caixas de surpresa: dentro de uma caixa, coloque objetos relacionados a qualquer tema (sólidos geométricos, materiais escolares, brinquedos que remetam a animais ou meios de transporte, etc.) para que as crianças adivinhem o que são apenas com o tato.
GUSTATIVA:
  1.  Experimentar coisas que têm e que não tem gosto. 
  2.   Provar alimentos em diferentes temperaturas. 
  3.  Provar alimentos fritos, assados, cozidos, crus. 
  4.  Provar alimentos sólidos, líquidos, crocantes, macios, duros. 
  5.  Provar e comparar alimentos da mesma cor, mas sabores bem diferentes: sal, açúcar, farinha de trigo comum, farinha de mandioca crua.
  6.  Use gelo, rapadinha, gelatina, sucos, para trabalhar os mais variados temas.
  7.  Garrafinhas de sabores.
  8.     

     OLFATIVA: 

  1.       Experimentar coisas que têm e que não têm cheiro.
  2.           Experimentar odores fortes e fracos, agradáveis e desagradáveis em materiais como: vinagre, álcool, café, perfumes. 
  3.           Garrafinhas de odores.

   AUDITIVA: 
  1.      Identificar e imitar sons e ruídos produzidos por animais e fenômenos da natureza.
  2.         Procurar a fonte de onde se origina determinado som.
  3.         Brincar de cobra cega.
  4.        Tocar instrumentos musicais. 
  5.        Fazer rimas com palavras. 
  6.        Integre novas tecnologias, como tablets, iPads e videogames (como o Kinect, por exemplo). Esses recursos podem ser utilizados em espaços educativos já que, além de trazerem jogos visuais e auditivos, relacionam o movimento do corpo com comandos para as atividades, o que é bastante positivo.
  7.      Grave sons da natureza, de animais e da própria criança falando e reserve um momento para a escuta.
  8.      Use guizos, campainhas, sinos.

    VISUAL:
   
  1.        Identificar o Cores. 
  2.       Reconhecer, entre muitos, objetos que têm as cores primárias - vermelho, azul e amarelo.
  3.       Agrupar objetos de acordo com suas cores. 
  4.       Agrupar objetos de acordo com suas formas. 
  5.       Montar quebra-cabeças simples.


   Além destas existem muitas outras formas criativas de se trabalhar as percepções.

      Bom trabalho!!! Regina Motta

  

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Comparativo entre Piaget, Vygotsky e Wallon

Comparativo entre Piaget, Vygotsky e Wallon

JEAN PIAGET - 1896 - 1980: foi pesquisador e filósofo suíço, formado em Ciências Naturais.

LEV SEMENOVICH VYGOTSK -1896 - 1934: formado em Direito e estudou Literatura e História. 

HENRI WALLON - 1879 - 1962: pesquisador e professor francês, formado em Medicina e estudou Psicologia e Filosofia.

TEORIA DA PSICOGÊNESE DE PIAGET

O desenvolvimento cognitivo e afetivo se dá em estágios sequenciais. Os estágios são:
  1. Sensório - motor de 0 a 2 anos;
  2. Pré - operatório de 2 a 7 anos;
  3. Operatório - concreto de 7 a 11 anos;
  4. Operatório - formal de 11 a 15 anos ou mais.

VYGOTSKY

O desenvolvimento da estrutura cognitiva é um processo que se dá na apropriação da experiência histórica e cultural.

WALLON

o desenvolvimento afetivo e cognitivo se dá em estágios de maneira descontínua, a partir do potencial genético, inerente a espécie e a fatores ambientais e socioculturais. Os estágios são: 
  • impulsivo - emocional;
  • sensório - motor e projetivo;
  • personalismo;
  • categorial;
  • puberdade e adolescência;

COMO PENSAVAM O PROCESSO DE APRENDIZAGEM?

PIAGET
  • a aprendizagem está condicionada ao desenvolvimento cognitivo e afetivo e seus estágios.
  • enquanto sujeito de seu conhecimento, o homem tem acesso direto aos objetos e eventos.
  • ao professor cabe pensar e desenvolver situações de aprendizagem que sejam ao mesmo tempo compatíveis com o estágio de desenvolvimento cognitivo no qual o aluno se encontra e representem, também, um desafio aos mesmos.
VYGOTSKY
  • desenvolvimento e aprendizagem são processos concomitantes, interdependentes e recíprocos.
  • enquanto sujeito de seu conhecimento, o homem não tem acesso direto aos objetos e eventos. Este acesso é mediado pela linguagem.
  • o professor é mediador do processo de ensino aprendizagem. Ação docente deve acontecer dentro da Zona Proximal. Para isso, ele deve conhecer os saberes prévios daqueles a quem ensina, planejar o processo de aprendizagem com o objetivo de atingir o potencial do aluno, em um processo de construção do conhecimento. O professor  nunca deve abrir mão da reflexão sobre sua prática pedagógica e deve encorajar o aluno assumir a responsabilidade por sua própria aprendizagem.
WALLON

  • desenvolvimento e aprendizagem são diretamente influenciados por aspectos culturais e orgânicos de cada indivíduo.
  • enquanto sujeito de seu conhecimento, o homem não tem acesso direto aos objetos e eventos. Este acesso é mediado pela afetividade.
  • o professor e a escola cabe conhecer o contexto no qual a criança está inserida, ou seja, sua história. Isso trará possibilidade de compreensão da interrelação entre desenvolvimento dos domínios afetivo, cognitivo e motor.


PRINCIPAIS SEMELHANÇAS ENTRE ELES:

  1. Os três eram sociointeracionistas. Portanto, pensavam o homem como um ser social.
  2. Tinham formação acadêmica em outras áreas que não a educação.
  3. Deram contribuições valiosas à educação através das teorias psicogenéticas.
  4. Acreditavam que o conhecimento é construído gradualmente.
  5. Acreditavam que os processos filogenéticos e ontogenéticos tinham implicações diretas no desenvolvimento.


PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE ELES:

  • Piaget e Wallon focaram suas análises sobre o desenvolvimento cognitivo afetivo do nascimento  a adolescência. Vygotsky pensou o desenvolvimento e aprendizagem como algo que ocorre por toda a vida.
  • Para Piaget, conhecimento é construído do individual para o social, enquanto Vygotsky e Wallon, do social para o individual. 
  • Piaget via o desenvolvimento cognitivo e afetivo como uma "marcha para o equilíbrio".
  • Embora os três pensassem o homem como um ser social, Piaget privilegiava a maturação biológica como condição ao desenvolvimento cognitivo (aprendizagem) ; Vygotsky, a interação social e, Wallon, a afetividade.
  • Para Piaget os estágios do desenvolvimento eram ordenados e universais. Para Wallon, os estágios sofriam rupturas e retrocessos.
  • Vygotsky e Wallon viam o desenvolvimento como resultante do meio.Portanto, se o meio mudasse, isso impactaria no desenvolvimento.
  • Para Piaget, o desenvolvimento cognitivo é determinado pela oposição da coação à cooperação. Vygotsky vê questões econômicas e socioculturais como determinantes. Wallon vê questões econômicas, socioculturais e afetivas como determinantes.
  • Piaget pensa o social e suas influências sobre os indivíduos pela perspectiva ética; Vygotsky, pela perspectiva cultural; e, Wallon pela perspectiva cultural e afetiva.
  • Para Piaget o processo de pensamento é resultado dos esquemas; a linguagem é resultado do desenvolvimento dos processos mentais. Vygotsky e Wallon não só viam o pensamento e linguagem como interdependentes e recíprocos, mas atribuía grande importância à aquisição da linguagem, pois ela diretamente influenciava as funções superiores. Porém, Wallon já via a emoção (choro, riso, tom de voz agradável ou desagradável) como a primeira linguagem da criança.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

LA TAILLE, Yves; OLIVEIRA, Marta K.; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus Editorial, 1992 - 115 p.

WARDSWORTH, Barry J. Piaget's Theory of Cognitive and Affective Development. 3rd ed. Nova Iorque: Longman Inc., 1984.

Fundamentos Epistemológicos da Aprendizagem. Unidade 4 - apostila de Educação e Tecnologia da Universidade Veiga de Almeida.






sexta-feira, 24 de maio de 2019

Lista de verbos para planejamentos


LISTA DE VERBOS A SEREM USADOS PARA ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS
Abaixar Abrandar Abrir Absorver Acabar Acampar Acentuar, Acompanhar Acrescentar Adaptar Adicionar Adquirir Agachar-se Agarrar Ajoelhar Ajudar Alternar Analisar Andar Anotar Apalpar Aperfeiçoar Aplicar Apoiar Apontar Apreciar Aprender Apresentar Aprimorar Aproveitar Arbitrar Argumentar Armar Arremessar Arrolar Assinalar Atar Atirar Atribuir Aumentar Automatizar Autorizar Balançar Bater Bloquear Boiar Bola Cabecear Cair Calcular Cantar Capacitar Caracterizar Carrear Chutar Circundar Citar Classificar Colaborar Colar Coletar Colocar Colorir Combinar Comentar Comparar Compartilhar Competir Completar Compor Compreender Computar Comunicar Concluir Conduzir Confeccionar Conhecer Conscientizar Construir Contar Contrastar Contribuir Converter Cooperar Correr Cortar Costurar Criar Criticar Curvar Dar Declamar Decompor Deduzir Defender Definir Deitar Demonstrar Depreender Derrubar Descobrir Descrever Desenhar Desenvolver Desfrutar Deslizar Deslocar Desobrigar Destacar Determinar Diferenciar Dirigir Discriminar Discutir Distinguir Dividir Dizer Dobrar Dramatizar Driblar Elaborar Elevar Empregar Empurrar Encenar Encestar Encolher Engatar Engatinhar Enlaçar Entender Enumerar Equilibrar Esboçar Escorregar Escrever Escutar Especificar Esquematizar Estabelecer Estender Esticar Evidenciar Examinar Executar Exemplificar Expirar Explanar Explicar Explorar Expor Expressar Extrair Facilitar Falar Familiarizar Fazer Fechar Fixar Flexionar Flutuar Formar Frear Galopar Ganhar Generalizar Girar Golpear Grifar Guardar Identificar Ilustrar Imitar Impulsionar Inclinar Indicar Iniciar Inspirar Integrar Intercalar Interpretar Inventar Investigar Ir Jogar Julgar Juntar Juntar Justificar Lançar Ler Liderar Listar Localizar Manipular Marcar Marchar Medir Melhorar Mergulhar Modelar Modificar Montar Mover Movimentar Mudar Multiplicar Nadar Narrar Nivelar Nomear Numerar Obedecer Observar Obter Olhar Operar Ordenar Organizar Ouvir Parar Participar Passear Pedalar Pegar Pensar Perceber Percorrer Pesar Pesquisar Pintar Planejar Pontuar Pôr Praticar Prender Preparar Prestar Produzir Pronunciar Propor Provar Pular Puxar Puxar Qualificar Questionar Reagrupar Rebater Receber Recitar Reconhecer Recortar Redigir Reduzir Reformular Registrar Relacionar Relatar Relaxar Remar Repartir Repetir Reproduzir Resolver Responder Resumir Reunir Rever Revezar Riscar Rolar Saber Sacar Saltar Saltitar Seguir Selecionar Separar Seriar Simplificar Sintetizar Sociabilizar Soletrar Solucionar Subdividir Subir Sublinhar Submeter Subtrair Sugerir Suportar Suspender Sustentar Tabular Tirar Tocar Tomar Trabalhar Traçar Tracionar Traduzir Transformar Transpor Trazer Unir Usar Utilizar Valsar Verbalizar Verificar Verificar

VERBOS ADEQUADOS PARA EXPRIMIR OBJETIVOS GERAIS COGNITIVO SOCIO AFETIVO MOTOR/PSICOMOTOR
Administrar Aceitar Adquirir Afirmar Acompanhar Aperfeiçoar Analisar Agir Apontar Aplicar Ajudar Arremessar Apontar Aplaudir Colar Apreciar Apreciar Colocar Aprender Compartilhar Correr Aprimorar Competir Cortar Avaliar Completar Coser Calcular Comunicar Criar Citar Conscientizar Dançar Classificar Contribuir Descer Combinar Convidar Desempenhar Comparar Cooperar Desenhar Compor Demonstrar Desenvolver Compreender Desempenhar Deslocar Conhecer Discutir Dramatizar Constar Elaborar Driblar Construir Elogiar Equilibrar Criar Escolher Escrever Definir Escutar Executar Delegar Gostar Explorar Demonstrar Interagir Jogar Distinguir Manter Jogar Dizer Mostrar Montar Entender Obedecer Operar Enumerar Oferecer Percorrer Explicar Participar Pular Explorar Permitir Rabiscar Fazer Reconhecer Realizar Formular Saudar Reparar Identificar Ter Rolar Indicar Valorizar Saltar Integrar Subir Interpretar Ordenar Propor Recitar Resolver Revisar Saber Selecionar Sintetizar Transferir

VERBOS ADEQUADOS PARA EXPRIMIR OBJETIVOS ESPECÍFICOS COGNITIVO SOCIO AFETIVO MOTOR/PSICOMOTOR
EXEMPLOS DE OBJETIVOS GERAIS PARA AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Desenvolver o controle da respiração para uma boa resistência cardiorrespiratória Adquirir o hábito da prática da atividade física. Desenvolver as qualidades físicas por meio da prática de habilidades motoras fundamentais, em atividades de iniciação aos desportos. Contribuir para a aquisição e formação de hábitos higiênicos. Aceitar as solicitações do professor e cumpri-las com espontaneidade. Propor atividades corporais, estabelecendo relações equilibradas e construtivas uns com os outros. Resolver problemas de ordem corporal em diferentes contextos. Aplicar Inventar Aderir Ordenar Afiar Autorizar Enumerar Ajudar Explicar Aquecer Avaliar Enunciar Alistar Felicitar Calibrar Calcular Esboçar Alterar Formar Colocar Exemplificar Justificar Iniciar Organizar Compor Categorizar Escolher Apresentar Generalizar Consertar Citar Listar Arranjar Perguntar Construir Classificar Escrever Assistir Identificar Criar Combinar Manipular Atuar Praticar Demonstrar Explicar Especificar Integrar Influenciar Desligar Comparar Modificar Combinar Preparar Edificar Compilar Mostrar Comparar Propor Efetuar Expressar Obter Justificar Qualificar Emendar Compor Operar Completar Realizar Enroscar Concluir Organizar Conformar Recitar Executar Generalizar Preparar Ler Relacionar Expressar Confirmar Produzir Convidar Relatar Fixar Contrastar Prover Dar Repartir Furar Identificar Reconstruir Localizar Replicar Iniciar Converter Redigir Defender Resolver Juntar Ilustrar Reescrever Manter Responder Ligar Criar Relacionar Descrever Rever Limpar Indicar Relatar Militar Salientar Manipular Criticar Reorganizar Diferenciar Seguir Martelar Inferir Reproduzir Modificar Selecionar Misturar Defender Resolver Discriminar Sintetizar Ouvir Definir Resumir Discutir Trabalhar Pesar Interferir Rever Mostrar Pintar Demonstrar Se capaz Dizer Realizar Descrever Selecionar Enumerar Redigir Diferenciar Separar Escolher Seguir Discriminar Subdividir Escrever Segurar Distinguir Sublimar Estudar Serrar Dizer Sumarizar Executar Trabalhar Interpretar Utilizar Nomear Usar Utilizar

EXEMPLOS DE OBJETIVOS ESPECÍFICOS PARA AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Realizar as atividades propostas rapidamente sempre atento nos diferentes comandos do professor. Identificar as cores conforme o comando do professor. Agir com rapidez para recuperar a bolinha correspondente a sua cor durante os exercícios. Dramatizar com o jornal, variados movimentos corporais e ações do dia conforme o comando do professor. Criar diversas formas e tipos de dobradura com o jornal explorando a coordenação motora fina e grossa. Equilibrar-se em diferentes apoios, planos e sustentações, tendo como base a linha da quadra poliesportiva. Demonstrar através dos comandos do professor as variadas maneiras na situação de equilíbrio. Deslocar-se em diversos sentidos obedecendo as regras e os obstáculos desenhados no chão. Participar atentamente das atividades de agilidade durante os jogos propostos. Memorizar um maior número de objetos sobre a mesa e depois discriminá-los. Executar através de palmas e imitações os exercícios propostos exigindo a atenção das mesmas. Ouvir e marcar corretamente os nomes ditados pelo professor; Escrever nomes em cada quadro delimitado no jogo do bingo; Identificar as peças do dominó para completar o jogo Ouvir e realizar as orientações do professor conforme a regra proposta na atividade; Identificar o local mais próximo para a execução da atividade; Participar dos jogos propostos respeitando as regras. Manusear os arcos em diversas formas em diferentes planos na atividade proposta; Executar os exercícios de competição com os arcos coordenando os movimentos explicitados durante a aula. Desenhar e recortar livremente seguindo as instruções do professor para a montagem do quebracabeça; Ordenar e encaixar no local adequado as peças do quebra-cabeça; Identificar as peças do dominó para completar o jogo Relacionar através dos desenhos no chão os diferentes tipos de limites e fronteiras já explicitados pelo professor regente; Deslocar-se para os limites propostos conforme o comando do professor. Confeccionar as petecas seguindo a sequência de montagem conforme a explicação do professor; Executar um simples movimento de rebater a peteca fazendo um trajeto pelo ar e caindo no chão; Combinar movimentos rebatendo a peteca várias vezes realizando assim um simples jogo Equilibrar os saquinhos de areia em várias partes do corpo nas atividades explicitadas pela professora durante a aula; Respeitar a ordem das colunas e os colegas enquanto as atividades estiverem sendo realizadas; Distinguir os diferentes tipos de equilíbrio (externo e interno) conforme explicado pelo professor no decorrer do exercício. Dobrar o jornal de várias maneiras finalizando num “barco” e, por conseguinte uma “camiseta”; Cantar uma música de acordo com a figura mostrada com o jornal pelo professor; Identificar as peças do dominó para completar o jogo. Realizar os exercícios com os pregadores, palito de fósforo e sorvete, obedecendo principalmente as regras propostas pelo professor; Manter o espírito de competitividade sem que haja intrigas durante as atividades propostas Deslocar-se pela quadra com a bola, de forma espalhada sem aglomeração; Executar as atividades com a bola atendendo os comandos propostos pelo professor durante a aula. Executar o circuito de maneira satisfatória passando por todas as estações; Prestar atenção no sinal do professor para a mudança das estações no decorrer do circuito. Saltar a corda realizando os diferentes tipos de saltos (apoios); Combinar os diferentes tipos de saltos com o ritmo da corda; Diferenciar tipos de saltos explicitados durante a aula. Identificar as respectivas partes do corpo colando no local indicado; Criar movimentos identificando a parte do corpo citada pelo professor no decorrer da explicitação. Pular o elástico diversificando os diversos tipos de saltos em diferentes apoios no decorrer das atividades; Deslocar-se pela quadra saltando os diversos tipos de apoio conforme o comando do professor; Distinguir os tipos de saltos durante a realização dos exercícios. Respirar compassadamente observando a respiração do professor e seus comandos; Distinguir as fases da respiração (inspirar e expirar) conforme a sequência dos exercícios.

Adaptado por Járci Maria Machado do material elaborado através dos textos dos professores da UEL: Josy Ferraz Ramon e Edina Marinez Armacolo e dos professores da UNIPAR: Nelson Luis Posseti e Leda Rossi Gonçalves. Disciplina de Didática - Professora Lucyelena Amaral Picelli.

terça-feira, 21 de maio de 2019

ANÁLISE GRÁFICA DO DESENHO


ANÁLISE GRÁFICA DO DESENHO

Regina do Rocio Motta¹

A análise gráfica do desenho é mais um recurso que os avaliadores dispõem para observar e conhecer o aluno. Pesquisadores afirmam, que o desenho deve ser considerado não apenas como uma modalidade de expressão ou representação da realidade, mas também como resultado de atividade intencional envolvendo aspectos cognitivos, sociais e afetivos - emocionais. Para compreensão do desenho espontâneo, faz-se necessário focalizar a atenção na construção gráfica, na motivação do sujeito e no contexto social no qual ele está inserido. O desenho deve ser completamente livre e espontâneo sem sugestões de tema, cores ou espaços a utilizar. A produção é pessoal, não há regras, nem certas, nem erradas. O diálogo sobre o desenho espontâneo, nos traz respostas importantes, diante da análise gráfica.
Comportamento do aluno durante a execução do Desenho:
· O aluno entende a consigna de imediato ou solicita explicações? A consigna é uma ordem direcionada, por exemplo, consigna aberta: Desenho o que você quiser.
· Inicia de imediato o desenho; necessita de motivação ou nega-se a desenhar.
· Estratégias de trabalho do aluno (organizado/desorganizado; necessita de reforço positivo/insistência e motivação).
· O ritmo do aluno ao desenhar, é muito rápido ou excessivamente lento.
· Postura corporal (inclinação excessiva da cabeça e do tronco para frente e deslocamento dessas partes do corpo para o lado, sentar-se sobre as pernas).
· Dominância lateral (destro/canhoto).
· Agitação motora (tiques motores, sincinesias).
· Preensão: segura corretamente o lápis, caneta, giz de cera, pincel atômico...
· Colocação do papel na mesa (ex. muito inclinado em relação ao corpo).
· É persistente na realização das tarefas.
· É metódico no que faz. Material necessário:
· Folhas de papel de várias cores.
· Lápis preto, lápis de cor, giz de cera, caneta, pincel atômico...
· Borracha.
· Não oferecer régua ou outros instrumentos de auxílio que podem diminuir o caráter pessoal e a espontaneidade).
Ao fazer a análise gráfica do desenho, os avaliadores devem a todo momento, ter como referência a produção grafo motora (cadernos, textos, avaliações entre outras atividades) do aluno, com ênfase nas seguintes observações:

ASPECTOS GERAIS A SEREM OBSERVADOS
OBSERVAÇÃO DESENHO
OBSERVAÇÃO MATERIAL ESCOLAR
O QUE TRABALHAR (em casos observados no desenho relacionados ao material escolar)
1- Localização do desenho no Papel.
· Planejamento e organização do desenho na folha de papel: desenho foi realizado no meio, cantos da folha ou na folha inteira.
· Segue instruções e conclui sua tarefa.
· Utiliza frente e verso da folha.
· Solicita mais de uma folha.
Planejamento e organização da folha do caderno:
· Respeita as margens e organiza parágrafos.
· Pula muitas linhas ou folhas.
· Utiliza frente e verso da folha.
· Segue instruções e conclui suas tarefas.
· Organiza o espaço gráfico (escreve da esquerda para direita).
· Orientação visoespacial.
· Linguagem receptiva.
· Compreensão verbal.
· Compreensão do espaço gráfico: a posição da letra deve estar voltada para a direita ou para a esquerda, para cima ou para baixo a direção e a linearidade da escrita e a posição da letra dentro da palavra.
· Noção, estrutura e organização espacial.
· Lateralidade / Lateralização.
· Noções de linhas. (horizontais/verticais/inclinadas/mudança de direção).
· Controle postural.
2- Pressão do lápis ao desenhar e fazer traçado.
· Pouca, muita ou pressão normal com o lápis grafite ao desenhar ou ao escrever no desenho.
· Pouca, muita ou pressão normal com o lápis de cor ao pintar.
· Faz uso excessivo de borracha.
· Traçados fortes, fracos, normal, repassado, pontilhado.
· Linha tênue.
· Ao escrever a pressão do lápis/ caneta é: muito forte que chega a marcar as folhas seguintes ou traços muitos leves
· Faz uso excessivo de borracha ou corretivo
· Mancha folha quando apaga as atividades
· Cancela as atividades rabiscando.
· Escrita irregular: tamanho das letras diferentes, utiliza-se de mais de uma linha para escrever,
· Letra ilegível
· Alterna escrita cursiva com caixa alta
· Letras repassadas
· Tônus muscular.
· Apreensão motora de diferentes objetos.
· Ritmo (marcha, reprodução de estruturas, códigos).
· Experiências táteis e cinestésicas.
· Motricidade fina.
3- Simetria do Desenho.
· Falta de proporção entre as partes do desenho.
· Aglutinação ou separação dos traços do desenho.
· Aglutinação, separação, omissão e/ou dissociação de palavras.
· Inversão e/ou troca de letras: simétricas (b/d;p/q), semelhantes (e/a; b/h, f/t).
· Troca de palavras com mesmo perfil gráfico (pato/pelo).
· Escrita em espelho.
· Esquema Corporal.
· Lateralidade / Lateralização.
· Percepção e memória visual.
· Atenção e concentração.
· Domínio viso espacial.
· Percepção de formas.
· Direcionalidade.
· Leitura de imagens.
4- Detalhes.
· Detalhes estão de acordo com a proposta do desenho e idade do aluno.
· Falta ou excesso de detalhes.
· Separa as atividades de forma organizada (com data ou cabeçalho, com sinal, traço, cores, pula linha...).
· Separação de sílabas.
· Paragrafação.
· Pontuação e acentuação.
· Ortografia/ qualidade da escrita.
· Discriminação visual.
· Memória viso motora.
· Orientação temporal.
· Organização espacial.
· Leitura de imagens e cores.
· Ditado de desenhos.
· Discriminação figura-fundo.
· Atenção e concentração.
5- Omissão de detalhes essenciais.
· Pobreza de expressão, de criatividade, originalidade e movimentos (retos, circulares, espiralados etc.).
· Escasso sentido de tamanho e proporção.
· Elementos soltos, sem organização e nem interpretação.
· No caderno, apresenta coesão de textos.
· Letras irregulares.
· Caderno desorganizado, com início de tarefas, mas sem término.
· Muitos rabiscos.
· Falta de interpretação nos textos apresentados pelo Professor(a).
· Desenvolver a criatividade, atenção e concentração.
· Trabalhar com conceitos de organização na escola, em casa e em seu cotidiano.
· Aprender a planejar suas atividades.
6- Tamanho do desenho.
· Em relação a folha de papel (pequeno/grande).
· Escreve com letra grande ou muito pequena.
· Como situa-se no caderno com relação ao “quadro negro”.
· Percepção visual.
· Atenção/conceituação.
· Autoestima.
· Discriminação de formas.
· Orientação espacial.
7- Cores.
· Harmonia em relação as cores usadas.
· Utiliza diferentes cores ou alguma forma de destaque para títulos ou partes específicas do texto.
· Harmonia.
· Autoestima.
· Habilidades sociais.
· Leitura de imagens e cores.
8- Criatividade.
· Qualidade da produção, imaginação, originalidade.
· Em caso de escrita no desenho, analisar a coerência, coesão e correto emprego de regras gramaticais em relação a idade série.
· Nível de redação, coerência, coesão e correto emprego de regras gramaticais em relação a idade série.
· Experiência, vivência no cotidiano.
· Habilidades sociais.
· Autoestima.
· Estimular a curiosidade, a pesquisa, a observação, a inventividade e a engenhosidade.
9- Relação da parte com o todo.
· Fez relação antecipada do significado do desenho (a intuição precede o desenho).
· As partes compreendem o todo.
· Há articulação das partes do desenho.
· O desenho expressa com clareza o pensamento do aluno?
· Na produção de texto, o aluno estabelece coerência e articulação das palavras centrais com a ideia geral do tema?
· Pensamento; análise e síntese.
· Classificação de formas segundo critérios (ex. cor, forma, tamanho).
· Sequência lógica
10- Método de Trabalho.
· Próprio.
· Organizado.
· Trocas de direção irregularmente, confusas e desordenadas.
· Com ordem lógica.
· Apresenta dependência nas tarefas, só faz exatamente aquilo que o professor(a) escreve, dita ou estabelece (não foge as regras, sem ousadia).
· Só tem capacidade de reprodução.
· Não é criativo.
· Falta organização e planejamento.
· Tem boas ideias e seu método é próprio e diferenciado (tem ousadia).
· Dar ênfase a sua criatividade, estimulando-os.
· Trabalhar a autonomia de pensamentos.
· Incentivar sua autoria de pensamentos, fazendo-o produzir sempre, assim retirando gradativamente a reprodução pela reprodução.
· Utilizar metodologias diferenciadas para melhorar o que existe.
· Fazer uso da ludicidade (jogos / situações problemas / dinâmicas...).
                    Fonte: adaptado de curso realizado pela autora do blog na E. E. Lucy Requião de Mello e Silva - Modalidade 
                    Especial, com a equipe pedagógica.

¹ Regina do Rocio Motta – professora/geógrafa/pedagoga; especialista em Educação Básica, em Educação Especial, cursando especialização em Psicopedagogia.