sexta-feira, 30 de agosto de 2013

AUTISMO - RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA


 AEE e Deficiência Física
5ª Atividade

Conceito de tecnologia assistiva....
A Tecnologia Assistiva, segundo Bersch (2006, p.2),”deve ser entendida como um auxilio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência”.
“Tecnologia assistiva são recursos e serviços que visam facilitar o desenvolvimento de atividades diárias por pessoas com deficiência. Procuram aumentar as capacidades funcionais e assim promover a independência e a autonomia de quem às utiliza”. (MELO, 2007, p. 94)
Conforme conceito proposto pelo Comitê de Ajudas Técnicas (CAT) da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República: "Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (CAT, Ata da Reunião VII, SDH/PR, 2007). (Wikipédia, 20013).
Após pesquisar e compreender o que são recursos de Tecnologia Assistiva optei em apresentar para os meus colegas de trabalho e estudo, este material de baixa tecnologias que estou utilizando no Atendimento Educacional Especializado na sala de recursos com os meus alunos.
São, blocos de encaixe, nos quais fui colando letras e gravuras para facilitar a escrita das primeiras palavras, para alunos no início do processo de alfabetização. Alunos com necessidades educacionais especiais de ordem física com comprometimento motor, sensorial e também psicológico. É para aprender brincando e eliminar barreiras que prejudicam o desenvolvimento do aluno.

Bibliografia
Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_assistiva Acessado em: 21 de agosto de 2013.
Schimer, Carolina R. [et l.]. Deficiência Física – São Paulo: MEC?SEESP, 2007. 130 p. (Atendimento educacional especializado)

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Atividades Pedagógicas de Cores e Formas Geométricas para autistas

 

16 de outubro de 2012 às 08:36

Não é tão simples ensinarmos cores e formas geométricas para alunos com autismo, porém é possível desenvolver este aprendizado de maneira didádica e prazerosa. Por isso, estamos compartilhando com pais e profissionais que trabalham com pessoas com autismo, esta experiência desenvolvida com nosso filho, o Ulisses, e outros alunos. Em pouco tempo já estamos vendo progresso, pois ele expressa o aprendizado fazendo todas as atividades de forma correta.

As cores e formas geométricas já na Educação Infantil fazem parte do currículo escolar dentro do conteúdo de matemática. Este conteúdo faz parte do nosso dia-a-dia por isso é tão importante ensinarmos aos nossos pequenos. Quando trabalhamos cores estamos também ensinando a criança a classificar. E o ato de aprendermos a classificar a partir das cores faz com que a criança perceba no mundo e na natureza os pequenos detalhes da beleza da vida. A idéia é fazer com que o aluno com autismo consiga generalizar este aprendizado e servirá de porta de entrada para outras vias do conhecimento.

Esta atividade ensina as cores primarias como o azul, vermelho, amarelo e verde com materiais de tampa de diversas garrafas inclusive a de Pet. As formas geométricas são trabalhadas com tampinhas de pet e palitos de picolé de plásticos coloridos. De forma intuitiva o aluno, logo de início consegue entender a atividade.

Passo-a-passo da Atividade: Formas geométricas e cores

Para esta atividade temos o quadrado, retângulo e triângulo impresso na folha A4 cada forma nas quatros cores que são Vermelho, azul, verde e amarelo, estas folhas são plastificadas para melhor durabilidade. Aqui são usados palitos de plasticos coloridos(da kibon do picolé Frutilly), também pode ser usado de outras marcas e de palito de madeira pintado. O tamanho dos lados das formas devem ter o mesmo dos palitos usados. O aluno deve sobrepor cada palito em cima dos lados das formas conforme as cores. No retângulo foi usado dois palitos nos lados maiores.





Atividade do Círculo com tampas de pet. A técnica usada é a mesma, basta fazer o desenho no mesmo tamanho das tampas de Pet, cada circunfência formada de vários círculos representados por cada tampa.




Atividade de Cores com tampas variadas com Velcro. Notem que a idéia agora é trabalhar só cores de forma generalizada, pois estamos usando tampas de vários tamanhos, para que seja entendido que a relação feita é a cor não importando o tipo de tampa. obs: os quadrados demarcados na folha neste momento não denota uma forma geométrica e sim o lugar onde a peça deve ser colocada. Esta atividade deve ser desenvolvida em etapas.

1ª - comece com uma cor em cada folha separada.




2ª - Depois que o aluno conseguir fazer as atividade em cores por vez, desenvolva então com duas cores ao mesmo tempo na mesma folha.



3ª - Depois de ter exercitado nas etapas anteriores, trabalhe agora com as quatros cores as mesmo tempo na mesma folha.



4ª - Nesta última etapa também propomos o trabalho com as quatros cores ao mesmo tempo na folha, diferença é que as cores não estão ordenadas exigindo um grau maior de dificuldade.




Veja que foram usados materiais reaproveitados como as tampas e palitos de plásticos, que aparentemente não serviriam para fazer nada além de poluir as ruas. Fica a diga de uma forma de uso didático desses materiais.

Muito importante que você aplique as atividades propostas, pois os resultados certamente surgirão.

Fonte: Autismo no Amazonas

terça-feira, 20 de agosto de 2013

A linguagem de pessoas com Asperger: características e treino

 

19Ago

Especialistas não estão em total acordo em relação à linguagem de pessoas com Asperger, transtorno do Espectro do Autismo. Enquanto alguns defendem que não existem atrasos significativos no desenvolvimento esperado da linguagem de portadores de Asperger, outros afirmam que sua linguagem é claramente diferente.
A diferença na linguagem de Aspergers pode ser resultante de algumas características do transtorno, como a incapacidade ou dificuldade para compreender as regras sutis de interação social, além de piadas e “pistas” sociais – indicações que as pessoas costumam dar sobre suas opiniões e impressões, seja sobre um assunto, rumo da conversa ou sobre a outra pessoa com quem se conversa. Por ter dificuldade em perceber essas pistas, a pessoa com Asperger pode ser rotulada como desagradável e inconveniente, prejudicando suas relações na escola, no trabalho e até na família.
A dificuldade em envolver-se em comunicação recíproca também acompanha as pessoas com Asperger, e muitos descrevem sua fala como a de um “pequeno professor”. O comportamento considerado estranho, porém, não é necessariamente resultado de desejo de afastamento. “Este é apontado como o ponto mais frustrante para os indivíduos com Síndrome de Asperger, pois os seus problemas sociais não parecem derivar necessariamente de uma falta de interesse nas relações sociais, e sim porque eles parecem apenas não saber como fazer essas relações sociais funcionarem”, afirma a pesquisadora Carla Maria da Silva Matos, autora do estudo “Compreensão de linguagem não-literal em crianças com Perturbações do Espectro do Autismo”.
O tratamento fonoaudiológico para pessoas com Asperger envolve o treino do contato visual e linguagem corporal, além do uso de imagens para explicar figuras de linguagem (metáforas, como a expressão “chovendo canivetes”). Um especialista também podem ensinar à pessoa como iniciar uma conversa, e treiná-la para que não interrompa a fala dos outros, o que Aspergers costumam fazer.
Texto escrito por Silvana Schultze, do blog http://www.meunomenai.com
Para conhecer o estudo completo, acesse o link: http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/7338/1/ulfpie042850_tm.pdf

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Educação no autismo: os desafios para conquistar a atenção dos alunos

 

18 de outubro de 2012 às 07:29
Por Igor Gadelha


Educação de crianças e jovens autistas é um grande desafio para os profissionais da área. Com a dificuldade de concentração e o isolamento característicos dos alunos com autismo, professores, terapeutas ocupacionais e psicólogos buscam as mais diferentes e criativas formas para conseguir chamar atenção desses estudantes, em um trabalho desenvolvido individual e coletivamente.
Um dos métodos de ensino mais utilizados é o TEACCH, que utiliza imagens no processo de aprendizado dos alunos autistas. A diretora da Fundação Projeto Diferente, Regina Rocha, explica que a metodologia busca uma organização mental do estudante. “Trabalha muito a terapia comportamental e a psicolinguística e dá para criança certa independência que ela não têm”, esclarece.
O TEACCH pode ser utilizado, segundo a diretora, de diferentes formas, dependendo do nível em que o autista se encontra. Regina afirma que a metodologia pode ainda ser aplicada junto a outros métodos, trazendo bons resultados. “É trabalhado o respeito às diferenças, o desenvolvimento e potencialidade das crianças, a estruturação do ambiente, a organização do espaço e da mente”, acrescenta.


Tratamento multidisciplinar é importante
 
Tratamento multidisciplinar é extramente importante para estudantes autistas, na avaliação da diretora da Fundação Projeto Diferente. Regina defende que a intervenção de terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e educadores físicos são fundamentais no processo de aprendizado. “A maioria apresenta autismo associado a outro distúrbio. Com essa equipe, facilita demais o trabalho”.
A instituição da qual Regina é diretora trabalha com 54 alunos autistas, entre quatro e 33 anos de idade.Segundo a coordenadora administrativa, Suerda Oliveira, os estudantes são divididos conforme o nível que cada um apresenta. “Quando chegam, a gente faz uma avaliação e coloca juntos de acordo com o nível. Eles vão mudando de turma conforme o desenvolvimento de cada um”, explica.


Apoio da família é fundamental
 
A participação da família no processo de educação é uma extensão do ensino, de acordo com a diretora da Fundação Projeto Diferente. “Os pais têm papel fundamental. Se o pai e a mãe conseguem organizar a casa para que dê continuidade ao tratamento, as chances de melhora são maiores. São ações simples, como ensinar a retirar o prato da mesa e levá-lo para a pia e estabelecer um horário para comer”, diz.
Na avaliação da coordenadora administrativa, a família pode destruir o trabalho desenvolvido na escola. “Mas quando eles dão assistência em casa, a gente nota que o resultado é bem melhor”, afirma. Na opinião de Suerda, o preconceito leva muitas famílias a agirem da forma errada com os filhos e parentes autistas. “Os pais, na maioria dos casos, ou superprotegem ou abandonam”, comenta.


Escola regular x escola terapêutica
 
A inclusão de alunos autistas em escolas regulares deve ser realizada cautelosamente. Segundo Suerda, é preciso que o colégio regular ofereça a estrutura e profissionais necessários para o tratamento do autista. Ela afirma, no entanto, que o preconceito nas instituições regulares ainda é grande, fazendo com que “muitos pais tirem os filhos dessas escolas”.


Fonte: www.jangadeiroonline.com.br/especiais/autismo/educacao.php

Serviço
Fundação Projeto Diferente
Endereço: Rua José Vilar, 938, Meireles
Telefone: (85) 3224.8831
E-mail: pdiferente@terra.com.br

ATIVIDADES - SISTEMA MONETÁRIO

 

23 de outubro de 2012 às 18:35
Dica: Fazer cada questão em cartões impressos.

1. Cleisson, Naís e Eduardo foram à feira.
Observe a quantia de reais que cada um levou e responda:
 


a) Quantos reais tem Eduardo?
b) Quem levou mais dinheiro para a feira? Quanto essa pessoa levou?
c) Qual a quantia que essas três pessoas levaram juntas?
d) Se Cleisson emprestar R$ 5,00 para Naís, com quanto ele fica? E a Naís?
e) Eduardo comprou 4 litros de leite por R$ 5,00. Quanto ainda lhe resta?
f) Cada kg de batata custa R$ 2,00, quantos reais Cleisson vai precisar gastar para comprar 4 kg?

2. Observe os preços:

Pipoca ------------------------------------- R$ 0,50
Pinhão ------------------------------------- R$ 1,00
Pipocão ------------------------------------ R$ 1,50
Refrigerante ----------------------------- R$ 1,50
Cachorro Quente ----------------------- R$ 3,00
Churrasquinho --------------------------- R$ 4,00
Doces e Salgados ----------------------- R$ 2,00
Brincadeiras ------------------------------ R$ 1,00

a) Wesley levou R$ 12,00 para gastar no parque, faça uma lista do que ele pode comprar sem que sobre troco ou falte dinheiro.

b) Agora faça uma lista do que ele pode comprar sendo que dos R$ 12,00 sobre R$ 5,50.

3. Analise a tabela abaixo:

PRODUTO/PREÇO
Mochila  R$ 48,00
Estojo   R$ 9,00
Lapiseira  R$ 6,00
Caderno  R$ 16,00
Lápis  R$ 1,00

a) Qual o produto mais barato?
b) Qual o produto mais caro?
c) Qual o valor da mochila mais o estojo?
d) Quanto gastarei se comprar um caderno e uma lapiseira?
e) Qual o valor total dos materiais?
f) O que posso comprar com R$ 30,00?
g) Tenho R$ 20,00, quanto me sobra de troco se eu comprar um estojo e um lápis?

Fonte: artedelecionar.blogspot.com.br