É um blog destinado a auxiliar professores e acadêmicos que buscam ampliar seus conhecimentos e leituras em temas educacionais e modelos de atividades para se trabalhar em sala de aula.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Leis e documentos da Inclusão no Brasil
1988 – Constituição da República Federativa do Brasil
Estabelece “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” (art.3º inciso IV). Define, ainda, no artigo 205, a educação como um direito de todos, garantindo o pleno desenvolvimento da pessoa, o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. No artigo 206, inciso I, estabelece a “igualdade de condições de acesso e permanência na escola” como um dos princípios para o ensino e garante, como dever do Estado, a oferta do atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino (art. 208).
1989 – Lei nº 7.853/89
Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração social. Define como crime recusar, suspender, adiar, cancelar ou extinguir a matrícula de um estudante por causa de sua deficiência, em qualquer curso ou nível de ensino, seja ele público ou privado. A pena para o infrator pode variar de um a quatro anos de prisão, mais multa.
1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº. 8.069/90
O artigo 55 reforça os dispositivos legais supracitados ao determinar que “os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino”.
1990 – Declaração Mundial de Educação para Todos
Documentos internacionais passam a influenciar a formulação das políticas públicas da educação inclusiva.
1994 – Declaração de Salamanca
Dispõe sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educacionais especiais.
1994 – Política Nacional de Educação Especial
Em movimento contrário ao da inclusão, demarca retrocesso das políticas pública ao orientar o processo de “integração instrucional” que condiciona o acesso às classes comuns do ensino regular àqueles que “(…) possuem condições de acompanhar e desenvolver as atividades curriculares programadas do ensino comum, no mesmo ritmo que os alunos ditos normais”.
1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.394/96
No artigo 59, preconiza que os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos currículo, métodos, recursos e organização específicos para atender às suas necessidades; assegura a terminalidade específica àqueles que não atingiram o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental em virtude de suas deficiências e; a aceleração de estudos aos superdotados para conclusão do programa escolar. Também define, dentre as normas para a organização da educação básica, a “possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado” (art. 24, inciso V) e “(…) oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames” (art. 37). Em seu trecho mais controverso (art. 58 e seguintes), diz que “o atendimento educacional especializado será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns do ensino regular”.
1999 – Decreto nº 3.298 que regulamenta a Lei nº 7.853/89
Dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, define a educação especial como uma modalidade transversal a todos os níveis e modalidades de ensino, enfatizando a atuação complementar da educação especial ao ensino regular.
2001 – Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (Resolução CNE/CEB nº 2/2001)
Determinam que os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizarem-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais (art. 2º), o que contempla, portanto, o atendimento educacional especializado complementar ou suplementar à escolarização. Porém, ao admitir a possibilidade de substituir o ensino regular, acaba por não potencializar a educação inclusiva prevista no seu artigo 2º.
2001 – Plano Nacional de Educação – PNE, Lei nº 10.172/2001
Destaca que “o grande avanço que a década da educação deveria produzir seria a construção de uma escola inclusiva que garanta o atendimento à diversidade humana”.
2001 – Convenção da Guatemala (1999), promulgada no Brasil pelo Decreto nº 3.956/2001
Afirma que as pessoas com deficiência têm os mesmos direitos humanos e liberdades fundamentais que as demais pessoas, definindo como discriminação com base na deficiência toda diferenciação ou exclusão que possa impedir ou anular o exercício dos direitos humanos e de suas liberdades fundamentais.
2002 – Resolução CNE/CP nº1/2002
Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, define que as instituições de ensino superior devem prever em sua organização curricular formação docente voltada para a atenção à diversidade e que contemple conhecimentos sobre as especificidades dos alunos com necessidades educacionais especiais.
2002 – Lei nº 10.436/02
Reconhece a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão, determinando que sejam garantidas formas institucionalizadas de apoiar seu uso e difusão, bem como a inclusão da disciplina de Libras como parte integrante do currículo nos cursos de formação de professores e de fonoaudiologia.
2003 – Portaria nº 2.678/02
Aprova diretriz e normas para o uso, o ensino, a produção e a difusão do Sistema Braille em todas as modalidades de ensino, compreendendo o projeto da Grafia Braile para a Língua Portuguesa e a recomendação para o seu uso em todo o território nacional.
2004 – Cartilha – O Acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular
O Ministério Público Federal divulga o documento com o objetivo de disseminar os conceitos e diretrizes mundiais para a inclusão.
2004 – Decreto nº 5.296/04
Regulamenta as leis nº 10.048/00 e nº 10.098/00, estabelecendo normas e critérios para a promoção da acessibilidade às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida (implementação do Programa Brasil Acessível).
2005 – Decreto nº 5.626/05
Regulamenta a Lei nº 10.436/02, visando à inclusão dos alunos surdos, dispõe sobre a inclusão da Libras como disciplina curricular, a formação e a certificação de professor, instrutor e tradutor/intérprete de Libras, o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para alunos surdos e a organização da educação bilíngüe no ensino regular.
2006 – Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos
Lançado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos, pelo Ministério da Educação, pelo Ministério da Justiça e pela UNESCO. Objetiva, dentre as suas ações, fomentar, no currículo da educação básica, as temáticas relativas às pessoas com deficiência e desenvolver ações afirmativas que possibilitem inclusão, acesso e permanência na educação superior.
2007 – Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE
Traz como eixos a acessibilidade arquitetônica dos prédios escolares, a implantação de salas de recursos multifuncionais e a formação docente para o atendimento educacional especializado.
2007 – Decreto nº 6.094/07
Estabelece dentre as diretrizes do Compromisso Todos pela Educação a garantia do acesso e permanência no ensino regular e o atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos, fortalecendo a inclusão educacional nas escolas públicas.
2008 – Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva
Traz as diretrizes que fundamentam uma política pública voltada à inclusão escolar, consolidando o movimento histórico brasileiro.
2009 – Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
Aprovada pela ONU e da qual o Brasil é signatário. Estabelece que os Estados Parte devem assegurar um sistema de educação inclusiva em todos os níveis de ensino. Determina que as pessoas com deficiência não sejam excluídas do sistema educacional geral e que as crianças com deficiência não sejam excluídas do ensino fundamental gratuito e compulsório; e que elas tenham acesso ao ensino fundamental inclusivo, de qualidade e gratuito, em igualdade de condições com as demais pessoas na comunidade em que vivem (Art.24).
2008 – Decreto nº 6.571
Dá diretrizes para o estabelecimento do atendimento educacional especializado no sistema regular de ensino (escolas públicas ou privadas).
2009 – Decreto nº 6.949
Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Esse decreto dá ao texto da Convenção caráter de norma constitucional brasileira.
2009 – Resolução No. 4 CNE/CEB
Institui diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na Educação Básica, que deve ser oferecido no turno inverso da escolarização, prioritariamente nas salas de recursos multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular. O AEE pode ser realizado também em centros de atendimento educacional especializado públicos e em instituições de caráter comunitário, confessional ou filantrópico sem fins lucrativos conveniados com a Secretaria de Educação (art.5º).
2011 – Plano Nacional de Educação (PNE)
Projeto de lei ainda em tramitação. A Meta 4 pretende “Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.”. Dentre as estratégias, está garantir repasses duplos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) a estudantes incluídos; implantar mais salas de recursos multifuncionais; fomentar a formação de professores de AEE; ampliar a oferta do AEE; manter e aprofundar o programa nacional de acessibilidade nas escolas públicas; promover a articulação entre o ensino regular e o AEE; acompanhar e monitorar o acesso à escola de quem recebe o benefício de prestação continuada.
2012 - Lei nº 12.764
Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
Por tipo de documentos:
LEIS
Constituição Federal de 1988 – Educação Especial - pdf
Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBN
Lei nº 9394/96 – LDBN – Educação Especial – txt | pdf
Lei nº 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente – Educação Especial – txt | pdf
Lei nº 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente
Lei nº 10.098/94 – Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências
Lei nº 10.436/02 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências
Lei nº 7.853/89 – CORDE – Apoio às pessoas portadoras de deficiência – txt | pdf
Lei Nº 8.859/94 – Modifica dispositivos da Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977, estendendo aos alunos de ensino especial o direito à participação em atividades de estágio – pdf
Lei nº 12.764 - Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
DECRETOS
Decreto Nº 186/08 – Aprova o texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 2007
Decreto nº 6.949 – Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007
Decreto Nº 6.094/07 – Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação
Decreto Nº 6.215/07 – Institui o Comitê Gestor de Políticas de Inclusão das Pessoas com Deficiência – CGPD
Decreto Nº 6.214/07 – Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à pessoa com deficiência
Decreto Nº 6.571/08 – Dispõe sobre o atendimento educacional especializado
Decreto nº 5.626/05 – Regulamenta a Lei 10.436 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
Decreto nº 2.208/97 – Regulamenta Lei 9.394 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional
Decreto nº 3.298/99 – Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências
Decreto nº 914/93 – Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência
Decreto nº 2.264/97 – Regulamenta a Lei nº 9.424/96
Decreto nº 3.076/99 – Cria o CONADE
Decreto nº 3.691/00 – Regulamenta a Lei nº 8.899/96
Decreto nº 3.952/01 – Conselho Nacional de Combate à Discriminação
Decreto nº 5.296/04 – Regulamenta as Leis n° 10.048 e 10.098 com ênfase na Promoção de Acessibilidade
Decreto nº 3.956/01 – (Convenção da Guatemala) Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência
PORTARIAS
Portaria nº 976/06 – Critérios de acessibilidade os eventos do MEC – txt | pdf
Portaria nº 1.793/94 – Dispõe sobre a necessidade de complementar os currículos de formação de docentes e outros profissionais que interagem com portadores de necessidades especiais e dá outras providências – txt | pdf
Portaria nº 3.284/03 – Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições – txt | pdf
Portaria nº 319/99 – Institui no Ministério da Educação, vinculada à Secretaria de Educação Especial/SEESP a Comissão Brasileira do Braille, de caráter permanente – txt | pdf
Portaria nº 554/00 – Aprova o Regulamento Interno da Comissão Brasileira do Braille – txt | pdf
Portaria nº 8/01 – Estágios – txt | pdf
RESOLUÇÕES
Resolução nº4 CNE/CEB – pdf
Resolução CNE/CP nº 1/02 – Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores – txt | pdf
Resolução CNE/CEB nº 2/01 – Normal 0 21 Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica – txt | pdf
Resolução CNE/CP nº 2/02 – Institui a duração e a carga horária de cursos – txt | pdf
Resolução nº 02/81 – Prazo de conclusão do curso de graduação – txt | pdf
Resolução nº 05/87 – Altera a redação do Art. 1º da Resolução nº 2/81 – txt | pdf
AVISO
Aviso Circular nº 277/96 – Dirigido aos Reitores das IES solicitando a execução adequada de uma política educacional dirigida aos portadores de necessidades especiais – txt | pdf
Fonte: Leis e documentos | Inclusão Já!.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Ideias de filmes para trabalhar em Geografia...
http://canaldoensino.com.br/blog/17-filmes-para-estudar-geografia
Vc pode ir direto no link acima também.... abraços Regina Motta
Vc pode ir direto no link acima também.... abraços Regina Motta
Olá pessoal,
Preparamos um especial com 17 filmes para você estudar Geografia, a lista tem uma parte dedicada apenas a documentários.
Ficção:
Lincoln (2012). Dirigido por Steven Spielberg, o filme foi lançado em janeiro deste ano no Brasil e mostra a luta de Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos de 1861 até seu assassinato em abril de 1865, para aprovar a 13ª Emenda, que abolia a escravidão no país, em 1865.
Os Miseráveis (2012). A história se passa na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo e os motins de junho de 1832.
Valsa Com Bashir (2008). Filme israelense sobre a 1ª Guerra do Líbano, no início dos anos 80.
Persepolis (2007). É sobre o início da nova República Islâmica e como ela passou a controlar como as pessoas deveriam se vestir e agir.
Munique (2005). Dirigido por Steven Spielberg, fala sobre um ataque terrorista que aconteceu nas Olimpíadas de Munique de 1972, quando um grupo palestino denominado Setembro Negro invadiu a Vila Olímpica e matou integrantes da equipe olímpica israelense.
Tropa de Elite 1 e 2 (2007 e 2010). Sobre a violência urbana no Rio de Janeiro.
1984 (1984). Adaptação do livro 1984, escrito em 1948 por George Orwell, que aborda o tema do totalitarismo.
Tempos Modernos (1936). Filme de Charles Chaplin que aborda a Revolução Industrial.
Daens – Um grito de Justiça (1992). O filme se passa na segunda metade do século XIX, período considerado como a Segunda Revolução
Industrial, que apresentou grande avanço tecnológico e científico.
Industrial, que apresentou grande avanço tecnológico e científico.
Germinal (1993). Baseado no romance de mesmo nome de Émile Zola, aborda os movimentos grevistas de um grupo de mineiros no norte da França do século XIX contra a exploração.
Documentários:
O Dia que durou 21 anos (2011). O documentário mostra a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil em 1964.
Capitalismo: Uma história de amor (2009). Filme de Michael Moore sobre o capitalismo, a liberdade e os Estados Unidos.
Chove sobre Santiago (1976). Sobre o golpe militar no Chile em 1973.
O contestado (2012). Sobre a Guerra do Contestado, ocorrida entre 1912 e 1916, que envolveu milhares de civis e militares e colocou Paraná e
Santa Catarina em disputa por questões territoriais.
Santa Catarina em disputa por questões territoriais.
Terra para Rose (1987). Documentário sobre a formação do MST.
O veneno está sobre nossa mesa (2011). Sobre o uso abusivo de agrotóxicos nos alimentos no Brasil.
Bom estudo!
Guias de educação, muitop bons....
GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMÍLIA - BIBLIOTECA
7 bons motivos para levar seu filho a uma bibliotecaDownload de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMÍLIA - PARTICIPAÇÃO
10 ideias simples para você participar mais da vida escolar dos seus filhosDownload de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMÍLIA - LEITURA
12 dicas para fazer seu filho gostar de lerDownload de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMÍLIA – O BOM ALUNO
Veja 7 características que formam um bom aluno e como você pode ajudar seu filho a se tornar umDownload de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
LIÇÃO DE CASA É PARTICIPAÇÃO
Faça a sua parte! Acompanhe a lição de casa do seu filhoDownload de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
TURMA DA MÔNICA - EDUCAÇÃO COMEÇA EM CASA
Educar para Crescer desenvolveu uma cartilha em parceria com o Estúdios Mauricio de Sousa para falar sobre a importância da EducaçãoVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMÍLIA - EDUCAÇÃO FÍSICA
26 motivos para fazer atividades físicas e esportes na escolaVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
CARTAZ - EDUCAÇÃO COMEÇA EM CASA
10 dicas essenciais para você acompanhar o dia a dia escolar do seu filhoBaixar versão PDF
GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMÍLIA
Guia Fundamental 2 - 11 dicas simples para ajudar seu filho na entrada para o 6º anoVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
67 dicas para você contribuir com o desenvolvimento do seu filhoVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
NOVO GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMÍLIA
Você se envolve na Educação do seu filho? Siga nossas dicas e descubra se você ajuda seu filho a se dar bem na escolaVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMÍLIA - ALFABETIZAÇÃO
Dicas para ajudar seu filho a ler e a escrever e informações para você entender melhor esta importante faseVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DA EDUCAÇÃO PARA JOVENS
Com linguagem voltada para os estudantes do Ensino Médio, esta cartilha mostra os principais problemas que o afastam da escolaVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMILIA PARA ESCOLAS PÚBLICAS
Dicas de como participar da vida escolar dos filhos, testes para avaliar o grau desse envolvimento, ideias de como melhorar o colégio das crianças e muito maisVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMILIA PARA ESCOLAS PARTICULARES
Dicas de como se envolver na educação formal dos filhos, testes para avaliar o grau desse envolvimento, ideias de como melhorar o colégio das crianças e muito maisVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DO INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO PARA EMPRESÁRIOS
Ideias e orientações para você e sua empresa investirem na melhoria do ensino de sua cidadeVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
GUIA DO VOTO CONSCIENTE
O que você precisa saber sobre a Educação do Brasil antes de escolher seus candidatos a presidente, governador, senador e deputados federal e estadualVer guia Download de arquivo para imprimir em impressora comum Download de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)
Atenção
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APLICAÇÃO DO QUESTIONÁRIO
Uma boa maneira de saber se seu funcionário se envolve na vida escolar das crianças é aplicar o questionário "voê participa da Educação dos seus filhos?". Imprima-o, aplique-o e avalie o resultado e veja como ajudar a familia do seu funcionárioPara baixar versão PDF Para fazer o teste on line
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Um passo a passo para você multiplicar os Guias de Educação em sua escola ou cidade. Passe adiante essa ideiaPara baixar versão Power Point Para baixar versão PDF
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Autismo - ESTIMULANDO HABILIDADES MOTORAS FINAS E GROSSEIRAS
Coordenação motora fina: Visa utilizar os pequenos músculos, produzindo movimentos delicados e precisos - pegar objetos, movimento de pinça, pintar, segurar corretamente um lápis, etc.
Coordenação motora grossa: Visa utilizar os grandes músculos, permitindo a criança a dominar o corpo no espaço. Andar sem esbarrar nos objetos, subir e descer escadas, etc.
O tempo no chão (floortime) é uma grande maneira de praticar de forma indolor tarefas motoras finas. Exercícios organizados, tais como sentar a uma mesa e escrever as letras do alfabeto, podem ser terrivelmente difíceis para algumas crianças. Por outro lado, criar um cardápio de faz-de-conta para apresentar aos fregueses de seu restaurante de faz
-de-conta podem imitar um exercício motor fino semelhante de uma forma inteiramente diferente. Na medida em que você usa sua ingenuidade e trabalha tais atividades no ritmo da sua brincadeira de faz-de-conta, seu filho certamente irá divertir-se muito.
Atividades motoras grosseiras representarão obviamente uma grande parte de seus jogos na hora do chão. Saltar, pular corda e dançar podem caber perfeitamente em uma peça infantil. Cenas de caça, rodeios e balés são bons ingredientes de faz-de-conta também. Se tais atividades são difíceis demais para a criança com problemas motores grosseiros significativos, você poderia começar sugerindo cenários mais simples.
Fonte: Texto extraído do livro “Filhos emocionalmente saudáveis, íntegros, felizes e inteligentes” de Greenspan

Coordenação motora grossa: Visa utilizar os grandes músculos, permitindo a criança a dominar o corpo no espaço. Andar sem esbarrar nos objetos, subir e descer escadas, etc.
O tempo no chão (floortime) é uma grande maneira de praticar de forma indolor tarefas motoras finas. Exercícios organizados, tais como sentar a uma mesa e escrever as letras do alfabeto, podem ser terrivelmente difíceis para algumas crianças. Por outro lado, criar um cardápio de faz-de-conta para apresentar aos fregueses de seu restaurante de faz
-de-conta podem imitar um exercício motor fino semelhante de uma forma inteiramente diferente. Na medida em que você usa sua ingenuidade e trabalha tais atividades no ritmo da sua brincadeira de faz-de-conta, seu filho certamente irá divertir-se muito.
Atividades motoras grosseiras representarão obviamente uma grande parte de seus jogos na hora do chão. Saltar, pular corda e dançar podem caber perfeitamente em uma peça infantil. Cenas de caça, rodeios e balés são bons ingredientes de faz-de-conta também. Se tais atividades são difíceis demais para a criança com problemas motores grosseiros significativos, você poderia começar sugerindo cenários mais simples.
Fonte: Texto extraído do livro “Filhos emocionalmente saudáveis, íntegros, felizes e inteligentes” de Greenspan

Autista - Como o seu filho percebe o mundo – através de movimento, tato, visão, audição e olfato.
Muitas crianças com Espectro Autista reagem de forma incomum ao mundo ao seu redor. Isto acontece porque elas podem não sentir as coisas da mesma forma que você. Seu filho pode ser hipersensível a certas sensações, o que significa que uma pequena quantidade da sensação pode estimulá-lo intensamente. Se o seu filho é hipersensível, ele pode se afligir e tentar evitar as sensações que o incomodam.

Ao mesmo tempo, seu filho pode ser hipossensível a certas sensações e buscá-las, porque é necessária uma grande quantidade da sensação para estimulá-lo. Crianças que são hipossensíveis ao movimento são particularmente ativas, porque correm de um lado para o outro, balançam o tronco ou pulam buscando provocar as sensações que precisam. Por outro lado, há crianças que são hipossensíveis às sensações, e mesmo assim são passivas. Elas mal reagem ao mundo à sua volta, porque não estão obtendo estímulos suficientes.

É possível que seu filho tenha reações contraditórias às sensações – ele pode ser hipersensível a algumas e hipossensível a outras. Assim será mais fácil entender o comportamento de seu filho diante as sensações do dia-a dia. Muitas crianças com Espectro autista são hipossensíveis não respondem quando chamado, produz sons estranhos, muito embora outros são hiperssensível aos sons ( como liquidificador, encerradeira, secador ou aspirador).

outras crianças com Espectro Autista são hipossensível a alguns cheiros e gostos ou busca sensações (explora coisas lambendo e cheirando-as gosta de comidas muito condimentadas) e outras hipersensível a alguns cheiros ou gostos evitando certas sensações de gosta de comidas e certos cheiros.

Fonte Livro Mais que palavras Fern Sussam e Robin Baird Lewis

Ao mesmo tempo, seu filho pode ser hipossensível a certas sensações e buscá-las, porque é necessária uma grande quantidade da sensação para estimulá-lo. Crianças que são hipossensíveis ao movimento são particularmente ativas, porque correm de um lado para o outro, balançam o tronco ou pulam buscando provocar as sensações que precisam. Por outro lado, há crianças que são hipossensíveis às sensações, e mesmo assim são passivas. Elas mal reagem ao mundo à sua volta, porque não estão obtendo estímulos suficientes.

É possível que seu filho tenha reações contraditórias às sensações – ele pode ser hipersensível a algumas e hipossensível a outras. Assim será mais fácil entender o comportamento de seu filho diante as sensações do dia-a dia. Muitas crianças com Espectro autista são hipossensíveis não respondem quando chamado, produz sons estranhos, muito embora outros são hiperssensível aos sons ( como liquidificador, encerradeira, secador ou aspirador).

outras crianças com Espectro Autista são hipossensível a alguns cheiros e gostos ou busca sensações (explora coisas lambendo e cheirando-as gosta de comidas muito condimentadas) e outras hipersensível a alguns cheiros ou gostos evitando certas sensações de gosta de comidas e certos cheiros.

Fonte Livro Mais que palavras Fern Sussam e Robin Baird Lewis
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